Chão de fábrica da Lifetrek Medical

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    Insights sobre manufatura médica, supply chain e inovação.

    Custo total de importar componente médico: o câmbio é o menor problema
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    Custo total de importar componente médico: o câmbio é o menor problema

    O dólar caiu cerca de 11% em 2025 e oscila em torno de R$ 5,00-5,19 em junho de 2026. Mesmo assim, o custo de importar componente médico não desaparece com a cotação mais baixa. Ele é estrutural: lead time, capital de giro parado em estoque e requalificação quando o fornecedor estrangeiro muda algo.

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    Crescer em 2026: quando a expansão vira gargalo de fornecedor
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    Crescer em 2026: quando a expansão vira gargalo de fornecedor

    70,8% das empresas de dispositivos médicos projetam aumentar a produção em jan-fev/2026. Quem cresce esbarra em capacidade, mas o gargalo raramente está no CNC: está na metrologia, na liberação documental e no lote piloto. Como escalar sem virar refém do fornecedor único.

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    Consolidação dental e a nova régua de auditoria de fornecedor
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    Consolidação dental e a nova régua de auditoria de fornecedor

    A entrada de capital estrangeiro no setor dental brasileiro (Osstem/Implacil, Straumann/Neodent) eleva a régua de qualificação de fornecedor. Quem usina componente de implante precisa provar ISO 13485 viva, lote piloto e rastreabilidade numa auditoria presencial, não preço de oficina.

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    Nearshoring medtech: a tese de fornecedor a um voo de distância
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    Nearshoring medtech: a tese de fornecedor a um voo de distância

    A regionalização que o mundo discute para dispositivos médicos, México ultrapassando a China, Costa Rica exportando bilhões, tem leitura prática para quem fabrica no Brasil: a mesma lógica de resiliência de cadeia vale para dentro.

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    Reliance da Anvisa em 2026: o que muda para o OEM nacional
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    Reliance da Anvisa em 2026: o que muda para o OEM nacional

    Em 6 de maio de 2026 a Anvisa aprovou mudanças na IN 289/2024: análise abreviada e prazo pós-registro de 18 meses. O reliance encurta o caminho do importado já aprovado por FDA, TGA, Health Canada e MHLW. A resposta do fabricante nacional é operacional.

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    Déficit de US$ 9,2 bi: a conta da dependência de importação
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    Déficit de US$ 9,2 bi: a conta da dependência de importação

    Em 2025, o Brasil importou US$ 10,2 bi em dispositivos médicos e exportou US$ 1 bi, fechando o ano com déficit comercial de US$ 9,2 bi. Esse número é o tamanho da dependência de importação e o mapa da oportunidade de nacionalizar componentes usinados sob ISO 13485.

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    UDI não é etiqueta: o que muda para implantes classe III
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    UDI não é etiqueta: o que muda para implantes classe III

    O prazo de atribuição de UDI para dispositivos classe III passou em 10 de janeiro de 2026 e o SIUD entrou em operação em 2 de março de 2026. Para OEMs de implantes, a genealogia de lote no fornecedor deixa de ser diferencial e vira pré-requisito.

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    O que um primeiro lote controlado precisa provar antes da escala
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    O que um primeiro lote controlado precisa provar antes da escala

    Entenda como um primeiro lote controlado reduz risco de transferência em manufatura médica ao testar capacidade, FAI, controle dimensional e rastreabilidade.

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    O que rastreabilidade de lote deve incluir em implantes e instrumentais
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    O que rastreabilidade de lote deve incluir em implantes e instrumentais

    Rastreabilidade de lote não é papelada: veja como material, desenho, processo, inspeção e liberação reduzem o escopo de contenção em implantes e instrumentais.

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    Como qualificar um fornecedor de manufatura médica sob ISO 13485
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    Como qualificar um fornecedor de manufatura médica sob ISO 13485

    Veja quais evidências pedir antes de aprovar um fornecedor de manufatura médica: acordo de qualidade, rastreabilidade, FAI, validação e controle de mudanças.

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    Capacidade produtiva em manufatura médica: por que estrutura importa tanto quanto tecnologia
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    Capacidade produtiva em manufatura médica: por que estrutura importa tanto quanto tecnologia

    Entenda por que, na manufatura médica, capacidade produtiva depende de processo, controle, rastreabilidade e previsibilidade, não apenas de máquinas.

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    Níveis ISO de Sala Limpa na Fabricação de Dispositivos Médicos: o que realmente importa
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    Níveis ISO de Sala Limpa na Fabricação de Dispositivos Médicos: o que realmente importa

    Entenda como definir a classe ISO correta por etapa produtiva, alinhar HVAC, operação e compliance, e reduzir riscos de desvio e recall na manufatura médica.

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    Modelo de qualificação técnica para parceiro local em manufatura médica
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    Modelo de qualificação técnica para parceiro local em manufatura médica

    Critérios práticos para qualificar um parceiro local de manufatura médica sem depender de promessas genéricas. Veja o que pedir em processo, medição, rastreabilidade e governança.

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    Quais SKUs migrar primeiro: método prático para reduzir risco de abastecimento
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    Quais SKUs migrar primeiro: método prático para reduzir risco de abastecimento

    Método prático para decidir quais SKUs migrar primeiro para produção local, equilibrando risco de abastecimento, prontidão técnica e capacidade de contenção.

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    Manufatura de Dispositivos Médicos: Transformação Estratégica e Crescimento Sustentável
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    Manufatura de Dispositivos Médicos: Transformação Estratégica e Crescimento Sustentável

    O setor de manufatura de dispositivos médicos no Brasil está passando por uma revolução impulsionada pela manufatura aditiva, inovações regulatórias e digitalização. Descubra como sua empresa pode aproveitar essas tendências para otimizar processos, reduzir custos e alcançar um crescimento sustentável.

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